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Circus

Grigori Aleksandrov (1936), com Lyubov Orlova, Vladimir Volodin, Sergei Stolyarov, URSS, 94 min.   

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Sinopse     
Enquanto a Grande Depressão arrasava a economia dos EUA, os planos quinquenais produziam um intenso desenvolvimento na União Soviética. É lá que acaba indo parar uma artista de circo americana ao fugir de uma multidão enfurecida com o fato dela ter dado à luz um bebê negro. Marion Dixon busca abrigo num trem, onde encontra o agente teatral alemão Franz von Kneishitz, que a recruta para um turnê circense através da URSS e procura mantê-la como escrava sob a ameaça de revelar seu segredo. 

Direção e Argumento Original: Grigori Aleksandrov (1903-83)

Grigori Vasilyevich Aleksandrov nasceu em Yekaterinburg, distrito federal dos Urais. Em 1921 iniciou no Teatro Proletkult uma fecunda parceria com Eisenstein, que se estenderia ao cinema. Co-escreveu o roteiro de “A Greve” (1924), co-dirigiu “Encouraçado Potemkin” (1925), “Outubro” (1928) e “Linha Geral” (1929). Em 1930 acompanhou Eisenstein em sua viagem aos EUA, participou, em 1932, das filmagens do inacabado “Que Viva México!” – em 1979 concluiu uma edição das imagens colhidas nesse trabalho. Retornou à URSS em 1933 e de uma conversação mantida com Stalin e Gorki surgiu o projeto de realizar comédias musicais estreladas por Lyubov Orlova, cantora extremamente popular, na época, que mais tarde se tornaria sua esposa. As produções deste ciclo são “Amigos Extraordinários” (1934), “Circus” (1936), “Volga-Volga” (1938), “Primavera” (1947). Os musicais obtiveram estrondoso sucesso e abriram caminho para outros diretores que se notabilizaram no gênero, como Ivan Pyryev. De 1951 a 1957, Aleksandrov lecionou direção no Instituto de Cinematografia Gerasimov (VGIK). Entre os filmes que dirigiu destacam-se também “Encontro no Elba” (1949), “Glinka” (1952), “Grande Luto” (1953), “Souvenir Russo” (1960), “Lenin na Polônia” (1961), “Lenin na Suiça” (1965), “Skovorets e Lira” (1974). Foi premiado três vezes com a Ordem de Lenin, e recebeu o Prêmio Stalin em 1941 e 1950. 

Música Original: Isaak Dunayevsky (1900-55)

Considerado um dos maiores compositores soviéticos, Isaak Osipovich Dunayevsky nasceu em Lokhvitsa (Ucrânia). Em 1919 formou-se em violino e teoria musical no Conservatório Kharkiv. Transferiu-se para Moscou, em 1924, indo trabalhar no Teatro Hermitage. Foi diretor e regente do Music Hall de Leningrado (1929-34). Depois retornou a Moscou para trabalhar em suas operetas e músicas para cinema. Dunayevsky criou 14 operetas, 3 balés, 3 cantatas, 80 coros, 80 canções e romances, música de 88 peças teatrais e 42 filmes, 52 composições para orquestra sinfônica, 47 para piano e 12 para orquestra de jazz. Escreveu a música para três filmes de Grigori Alexandrov - “Amigos Extraordinários” (1934), “Circus” (1936) e “Volga-Volga” (1938). Compôs também, entre outras, as trilhas de “Três Camaradas” (Semyon Timoshenko, 1935), “Filhos do Capitão Grant” (Vladimir Weinstock, 1936), “Meu Amor” (Vladimir Korsh-Sablin, 1940), “Cossacos de Kuban” (Ivan Pyriev, 1949).

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