O Retorno de Vassily Bortnikov Ver ampliado

O Retorno de Vassily Bortnikov

Vsevolod Pudovkin (1953), com Sergei Lukyanov, Natalya Medvedeva, Nikolai Timofeyev, URSS, 102 min.

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Sinopse

Dado como desaparecido na guerra, Vassily Bortnikov regressa ao lar e encontra a mulher casada com outro. Comunista abnegado e voluntarioso, ele enfrenta a situação, em seguida assume a liderança da reconstrução do kholkóz, mergulha de cabeça na batalha pelo aumento da produção, mas com o passar do tempo vai se dando conta de que suas soluções para os problemas não estão funcionando bem. Os novos tempos exigem dele algo mais.

Direção: Vsevolod Pudovkin (1893-1953)

As enciclopédias costumam situar Vsevolod Illarionovitch Pudovkin, ao lado de Sergei Eisenstein e Lev Kulechov, como um dos três fundadores do cinema soviético. Desde o início dos anos 20, eles exploravam as possiblidades da técnica de justaposição de planos para exprimir estados emocionais dos personagens, e viam na montagem o clímax do trabalho criador do diretor de cinema. Experimentaram e escreveram copiosamente sobre o tema.  Nascido em Penza, Pudovkin estudou na Faculdade de Física e Matemática da Universidade de Moscou. Gravemente ferido, durante a 1ª. Guerra Mundial, foi feito prisioneiro, em 1915. Durante os três anos de cativeiro, aprendeu alemão, inglês e polonês. Fugiu da prisão em 1918. Em 1920, começa a trabalhar com Kuleshov. Desde seu curta de estreia, a comédia “A Febre de Xadrez” (1924), dirigiu 18 filmes, entre os quais obras-primas como “A Mãe” (1926), “O Fim de São Petersburgo” (1927), “Tempestade sobre a Ásia” (1928), “O Desertor” (1933), "Suvorov" (1941), “Em Nome da Pátria” (1943), "Almirante Nakhimov" (1947), “O Retorno de Vasili Bortinikov” (1953). Como ator, trabalhou em 13 filmes.

Argumento Original: Galina Nikolayeva  (1911-63)

Galina Volianskaia nasceu na aldeia de Usmanka, distrito de Mariinsky, Sibéria Ocidental. Formou-se em medicina, em 1935, no Instituto Gorki. Em 1945, publicou seu primeiro conto, “A Morte do Comandante do Exército”. Escreveu poesia (“Através do Fogo”, 1946), o livro de ensaios “Contornos do Futuro” (1949). Em 1950, foi premiada pelo romance “A Colheita”, publicado em várias línguas, inclusive em português pela Editorial Vitória - é um dos 25 livros da coleção Romances do Povo, dirigida por Jorge Amado. Pudovkin levou a história para as telas, em 1953, com o título “O Retorno de Vassily Bortnikov”. Os romances de Nikolayeva receberam mais duas adaptações cinematográficas:  “No Silêncio da Estepe” (Serguei Kasakov, 1959) e  “A Batalha em Marcha” (Vladimir Basov, 1961).

Música Original: Kirill Molchanov (1922-82)

Kirill Molchanov nasceu em Moscou - sua mãe Natalia K. Molchanov era cantora lírica, atuando em produções do estúdio de ópera do Teatro Bolshoi. Em 1949, graduou-se em composição no Conservatório de Moscou. Escreveu oito óperas, balés, obras instrumentais, canções e música para teatro, cinema e televisão. Integrou o secretariado da União de Compositores Soviéticos (1951-57) e foi Diretor do Teatro Bolshoi (1973-75). Compòs a trilha de mais de 30 filmes, entre os quais "O Retorno de Vassily Bortnikov" (Vsevolod Pudovkin, 1953), "Aconteceu em Penkovo" (Stanislav Rotostky, 1957), "Licença Para Desembarcar” (Felix Mironer, 1962),  "Férias no Cafundó" (Boris Barnet, 1963), "As Manhãs Aqui Estão Tranqüilas" (Stanislav Rotostky, 1972), “Dívidas Antigas” (Ilya Gurin, 1979).

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